Morte de Fabiano do Nilton Pereira tem reviravolta e irmão da vítima é apontado como suspeito


Delegado regional, Válter Nascimento ouviu Fininho que confessou ter sido Jeferson, irmão de Fabiano quem arquitetou o crime



O caso que envolve a morte de Fabiano Lima da Silva, teve reviravolta 13 dias após ele ser assassinado por 5 homens enquanto bebia na porta de casa no bairro Nilton Pereira.

Na tarde desta quinta-feira,26, Marcus Vinicius Mendonça da Silva, o Fininho, de 27 anos, se apresentou ao delegado Regional, Válter Nascimento Rocha, acompanhado de seu advogado e negou a sua participação no crime. Ele era tido como foragido desde o dia 14 de setembro, quando ocorreu o crime.

Segundo apurou o blog, Fininho estava bebendo com mais 4 amigos no bar de Cícero Patrol quando Jeferson de Lima chegou e cooptou os homens para assassinar o irmão que "sabia demais sobre a gente", inclusive sobre a venda de drogas ilícitas como maconha no bairro Nilton Pereira.

Em princípio não tive interesse de participar mas o Jeferson insistiu e como nós já tinhamos ingerido bebida alcóolica, aceitamos o desafio, contou Fininho, quarto homem preso sob a acusação de envolvimento no crime de Fabiano.

De acordo com o Delegado Regional, Valter Nascimento, "no acerto teve um código entre os algozes do Fabiano antes dele morrer que seria uma conversa telefônica, onde o autor intelectual ligaria para a vítima da casa de um parente, localizada a quatro residências do local do crime e que assim, serviria como álibi.

Foi nesse momento em que chegaram na casa de Fabiano de Lima o Carlos Eduardo da Silva, o Dudu; José Ricardo da Silva, o Cau; Marcos Vínicius Mendonça da Silva, o Fininho; José Eudes da Silva, Furão; e José Cícero da Silva, o Dêda, e, passaram a disparar contra Biano, que estava bebendo na porta de casa e que teve morte instantânea.

Reviravolta nas investigações

Em um primeiro momento, a morte estava sendo investigada como queima de arquivo pelo fato de Fabiano de Lima ser usuário de drogas, e que recentemente ele teria surrado o Jeferson por conta de uma dívida com maconha de R$ 1.000,00. Fabiano já tinha pago a metade desse valor, mas que não aceitava o envolvimento do irmão mais novo com os traficantes. 

Com o aprofundamento das investigações através da PC e PM sob o comando do Delegado Regional, Válter Nascimento, o crime foi sendo aos poucos desvendado e Fininho passa a ser o quarto homem acusado na participação do crime de Biano, já que o líder do grupo, José Cícero da Silva, o Dêda, segue foragido.

"Tudo isso me abala muito, saber que quem armou para matar o nosso irmão foi Jeferson Lima, o mais novo de nossa família. Na minha cabeça, doutor, tudo está esclarecido, Jeferson arquitetou tudo. Chamou os pariceiros que mataram Fabiano, nosso irmão querido", afirmou a entrevistada que pediu para não ser identificada.

 

 



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