Menor assassinado nos Terrenos ainda não teve corpo liberado para sepultamento


Registro de Nascimento da vítima: crime sem autoria




Regional de União dos Palmares, às 5h da manhã deste domingo,22



Arthur e o drama dos familiares para liberar corpo para sepultamento


Arthur Santos, morreu na noite de sexta-feira,20, após ser baleado no bairro Roberto Correia de Araújo próximo a uma loja de móveis. Testemunhas disseram que ouviram disparos de arma de fogo e acionaram uma unidade do Corpo de Bombeiros Militar para prestar socorro.

Ele deu entrada na unidade hospitalar de São Vicente de Paulo, mas não resistiu aos ferimentos a acabou morrendo na unidade de emergência.

Arthur foi atingido na cabeça e nas costas depois de ser abordado por dois homens que estavam numa moto. A baixa incidência de luminosidade na rua Maria Carmelita facilitou o crime, segundo policiais militares que foram acionados para o local.

Valéria Castro de Lima Marques, prima da vítima esteve na Delegacia Regional de Polícia Civil para informar sobre o homicídio e revelou a um agente da PC que o jovem tinha envolvimento com drogas.

Uma fonte do blog contou que o corpo de Arthur Santos, continua numa das geladeiras do Instituto de Medicina Legal em Maceió desde que foi levado por funcionários do IML, horas depois de ter sido recolhido no necrotério do hospital de União dos Palmares. 

Segundo levantamentos, a vítima só possui o registro de nascimento e, para que o corpo seja liberado para sepultamento depois de dá entrada no IML são necessários documentos com fotos e Arthur Santos não possui nenhum sequer.

- Parentes vão correr atrás das autoridades nesta segunda-feira,23, para ver como se faz nesse caso, haja vista que ele morava com a avó quando acabou sendo aliciado por traficantes. 

Contraiu dívida da ordem de R$ 10,00 à R$ 20,00 de maconha e vinha recebendo cobranças seguida de ameaças de um amigo que foi avalista para ele na venda da droga ilícita.

Enquanto isso, o corpo do menor de 16 anos, segue retido no IML de Maceió. "Vão fotografar o garoto 4 dias depois de ter sido assassinado para botar na identidade, é?", ironizou um agente da Polícia Civil.



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