Morte de Alefe pode ter sido motivada por roubo de seu celular


Alefe, assassinado a tiros em São José da Laje: roubo de celular, aponta a Polícia



A Delegacia de Homicídios (DH) de União dos Palmares vai investigar se a morte de Alefe Farias, de 34 anos, que trabalhava numa fábrica de ladrilhos em Maceió, assassinado com 8 tiros na noite desta quarta-feira de cinzas, em São José da Laje e ela estaria relacionada a uma desavença.

A vítima residia em São Paulo e estava há cerca de quatro meses na capital, Maceió. Ele possuia várias tatuagens pelo corpo, o que chamou a atenção do Delegado Regional, Válter Nascimento, que esteve no local do crime na quarta-feira de cinzas.

- As primeiras informações que obtive ao chegar em São José da Laje, indicava que Alefe teve o seu celular roubado e ele teria perseguido dois homens numa rua fora do circuito de Carnaval, daí ele resolveu ir para casa. Quando foi atacado a tiros, a vítima estava sentada numa pedra e não teve reação nenhuma para esboçar defesa. Todos os projetís foram na cabeça. Tenho 30 dias para fechar o inquérito policial, mas até o momento nada que aponte para a autoria do crime - disse o Delegado Regional da Polícia Civil.

Familiares e amigos foram nesta sexta-feira, no Instituto Médico-Legal (IML) para liberar o corpo. Emocionada, a família não quis falar com a imprensa.

O enterro ocorreu na sexta-feira a tarde, no Cemitério de São José em Maceió. Em princípio comentou-se que Alefe Farias residia em São José da Laje num casa localizada no bairro Tijuca, versão que não foi confirmada pela família.



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