No dia 22 de agosto, comemora-se o Dia do Folclore Brasileiro. A data foi oficializada no país em 1965 para celebrar e preservar as tradições, lendas, mitos, festas populares e o saber tradicional do povo. Lendas e personagens: Saci-Pererê, Curupira, Iara, Boto Cor-de-Rosa e Cuca. Além das manifestações culturais: Danças, festas populares, cantigas, parlendas e artesanato. O dia 22 de agosto marca a criação da palavra folklore em 1846 pelo escritor inglês William John Thoms, que uniu folk (povo) e lore (saber).
Esse tipo de manifestação no município de União dos Palmares deixou de ser cultuado há 16 anos, desde que o ex-prefeito Kil de Freitas, tomou conta da cidade. Com a manutenção de todo o secretariado da gestão de Kil de Freitas, o que vendeu o Saae, pelo prefeito, Júnior Menezes, Elizabeth Betinha, responde pela pasta no município, mas insiste em não querer dizer para o que veio, talvez por não saber da importância para a região de União dos Palmares, em manter suas tradições, pois figuras ligadas diretamente a esse tipo de cultural, lutaram a vida inteira por sua manutenção, a exemplo do Guerreiro de dona Celsa, Caboclinho, que foi reverenciado pelo prefeito, Júnior Menezes, em pinturas feitas na parede da antiga sala de espera da estação ferroviária, cuja arte, a propósito, precisa reacender nos seus traços e cores.
Guerreiros, cantadores de viola, Reisados, não recebem a mão do Poder Municipal, e seguem praticamente extintos em União dos Palmares. A semana do folclore em União dos Palmares, passou sem nenhuma reverência e isso, quem tem que levar ao prefeito é o adido municipal, cuja apatia na função é assustadora.
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