Alonso Costa Pereira Júnior, Alonsinho, foi depois de Marta(sua irmã), o segundo filho mais novo do casal de comerciantes(Casa Marta) Alonso Costa e dona Sebastiana. Dalva e Paulo Vitório, os primeiros rebentos desse casal de evangélicos membros da Primeira Igreja Batista no Brasil com sede no município, localizada na praça Jorge de Lima.
Paulo Vitório cuja amizade era formada por Paulo Pedrosa, Silvinho da rua do Jatobá, Humberto Peixoto(conhecido como Betinho Lupita, Dário Calixto, João Neuton, Nildo e Cícero Calixto(irmão mais novo) Quinho Vieira, Vavá Peixoto, Aldo Vieira, Edson Som, enfim. Mas, essa tropa com ligações mais fortes a Alonsinho, além de Beto Baia, Sonivaldo Almeida, Soriano, Vela carnaúba, Álvaro Madeiro Leite, Mano Plínio, Manoel Félix(Mané Bolinha) Doquinha, Duerninho, Orlandinho Baia, Wilson - onde todos eles formaram um pouco da geração geração Coca-Cola; lembrando que uns mais próximos de Paulo Vitório, a maioria não.
Alonsinho era um fino colecionador de discos de rock roll, mantinha numa vitrola no seu quarto ou numa sala do corredor de sua casa, localizada a época defronte ao Cartório Eleitoral de União dos Palmares. Aproveitava que dona Sebastiana ia trabalhar na loja com seu Alonso(esses seus pais já falecidos) e chamava os amigos para ouvir a sua coleção de long plays com bandas americanas do mais puro rock roll, daqueles pesados, have metal mesmo.
Alonsinho foi dono de Um Fiat 147. Depois comprou um Passat cor de abacate sensacional. Dentro dele, um som de altíssima qualidade, dava gosto de ouvir. Era único na Zona da Mata.
Estudou Agronomia na Universidade Federal de Souza-PB. Quando chegava à União dos Palmares eram dias de celebrações. Bebia uma carraspana até cair com seus amigos. Cachaça produzida do mais puro teor de cana de açúcar e muitas de suas garrafas vindas de engenho.
No futebol, Alonsinho foi um meia-esquerda do Zumbi de muitas habilidades. Bailes na Palmarina na AABB, lá estavam eles. No carnavais, sempre juntos. A primeira viagem internacional feita por nativos de União dos Palmares para o exterior(Argentina), Alonsinho constava na lista de passageiros ao lado de Orlandinho e Beto Baia. Um registro inesquecível.
Alonsinho dirigia seu Passat zerado na avenida Fernandes Lima, quando naquele sinal defronte ao antigo Hospital dos Usineiros(hoje Veredas) o sinal ficou vermelho e ele teve que parar. Um caminhão bateu na traseira de seu possante, fazendo do Passat um sanduíche. Alonsinho morreu no local. Essa dor, Alonsinho Costa Pereira Júnior, seus amigos carregam consigo há exatos 42 anos, Por outro lado, no bairro dos Terrenos, uma homenagem prestada a ele. com o seu nome numa das ruas do Roberto Correia de Araújo.
Alonso Costa Pereira Júnior - Alonsinho - de Kiss a Judas Priest
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