Roberto Correia de Araújo sofre com pancadas de chuvas; famílias tiveram que abandonar suas residências


Carroceiro José: água e móveis danificados na cabeceira da ponte prefeito Zé Pedrosa



Quebra-molas: improvisação para evitar avanço das águas nas residências dos Terrenos



Famílias abandonaram residencias em busca de local seguro: no rosto a falta de esperança de uma vida tranquila. Prefeitura não deu assistência



Parque Vergetão, lado estacionamento de vaqueiros, recebeu o dobro do volume de água



Moradores tiveram que enfrentar água na rua Alonso Costa Pereira







Jovens enfrentaram correnteza com extrema precaução



Neste registro fotográfico de Niltinho do blog, é possível dimensionar aflição dos moradores dos Terrenos







Jovem contou com ajuda de sua bicicleta para chegar em casa



A Defesa Civil de União dos Palmares não soube precisar o grau de perigo que os moradores das ruas Alonso Costa Pereira e Alfredo do Vale e Silva viveram no final da tarde desta segunda-feira,30, depois de enfrentarem fortes pancadas de chuvas. O bairro que mais foi afetado com o avanço das águas do riacho Canabrava, foi o Roberto Correia de Araújo, e o blog testemunhou algumas famílias evitando o pior tendo que abandonar tudo indo em busca de apoio na casa de parentes,  enquanto outros resistiram e protegeram os móveis de uma jeito que evitou ser atingido com as águas já dentro de casa, como ocorreu com um carroceiro que reside na cabeceira da ponte prefeito Zé Pedrosa.

Outro filme que se repetiu com a queda dessa frente fria causou pânico e medo nos moradores de algumas ruas dos Terrenos, onde as águas não teve como escoar para o riacho Canabrava, empoçou e invadiu residências, colocando famílias em perigo.

Vários filminhos ganharam as redes sociais com emoji(olhos assutados) enquanto outros tantos foram enviados para a redação do blog digital, como foi o caso do servidor da prefeitura de União dos Palmares, Augustinho Campos. Segundo ele, já foram feitas queixas ao diretor do Saae que não tomou nenhuma providência para ajudar as famílias que residem na rua Maria Amélia.

Desta vez, eles foram obrigados a construir um quebra molas de areia, para se proteger da invasão das águas. Outras casas não teve como escapar e até móveis foram atingidos. Nessa improvisação, às águas foram barradas, estancando, evitando o pior.

Não houve queda de nenhum imóvel durante a chuva, nem registro de pessoas feridas. A Defesa Civil municipal não distribuiu com a imprensa boletim informando qual a sua atuação nesse momento em que União dos Palmares vem sendo alvo dessa  precipitação pluviomética que levou pouco mais de 3 horas e deixou um rastro de medo e pânico no maior bairro do município.

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