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Polícia

Homem assassinado no domingo na ponte Mata Quatro em União dos Palmares, continua no IML sem identificação


Cigarrinha, acusado de dois crimes: Rafael, no Morro das Cobras - e Pablo, instalador de antenas; crimes ficaram sem autoria na época



Vítima



Cigarrinha: corpo ainda sem identificação no IML


Os tiros que mataram um homem identificado pelo codinome de Cigarrinha assustaram moradores da ponte prefeito Afrânio Vergeti, que liga os bairros do Alto do Cruzeiro - parte alta da cidade - e o Roberto Correia de Araújo, em União dos Palmares.

Foram nove disparos de pistola, disparados por um homem moreno, gordo, meia altura e que usava barbicha, disse um morador ao blog na manhã deste segundo dia do mês de outubro. Cigarrinha era traficantes de drogas e vendia 'pó' no prolongamento da avenida Monsenhor Clovis Duarte, segundo informações da polícia militar.

Ele també era apontado como matador confesso de um homem loiro, gordo, montador de antena parabólica conhecido como 'Pablo'. O crime aconteceu em 2012, no conjunto de barracos localizados no entorno da rodoviária Povina Cavalcante. Cigarrinha teria se aproximado de Pablo, e ao cumprimentar o rapaz com uma das mãos, com a outra disparou quatro tiros de revóver calibre 38 na cabeça da vítima que teve morte instantânea. Até hoje o crime não teve autoria nem a polícia civil avançou nas investigações que pudessem apontar Cigarrinha como algoz de Pablo. O crime caiu no esquecimento.

No início da tarde deste domingo, Cigarrinha teria recebido um telefonema e ido ao encontro de um homem nas imediações da ponte mata quatro, quando se deparou com um traficante rival, que já tirou cadeia, disse uma fonte da PM.

O criminosos passou a disparar contra Cigarrinha que tentava se desvencilhar dos projetís utilizando um dos braços. Morreu antes mesmo de receber atendimento médico no HSVP, cujo corpo nem sequer deu entrada. Uma viatura do Pelopes foi deslocada até o local do crime, onde constatou o sexto assassinato depois da troca de comando no 2º Batalhão de União dos Palmares.

No IML em Maceió, uma fonte do blog revelou que Cigarrinha por não portar documentos na hora em que foi crivado de balas, continua o seu corpo sem identificação e que nenhum parente dele teria reclamado da sua liberação aos funcionários. Caso não ocorra em mais 5 dias, será sepultado como indigente no cemitério Divina Pastora. Triste fim para um jovem de aparente 22 anos.

 

Publicado em 02/10/2017
3 comentários
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  1. User

    escreveu em 04/10/2017 17:59:48:

    Queima de arquivo pra uns e pra outros vigança, BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO!

  2. User

    Capitão America escreveu em 03/10/2017 10:24:21:

    O nome dele é Antônio Carlos, é natural da antiga rua da cachoeira. Ele ainda deve ter parentes por lá.

  3. User

    Carla escreveu em 02/10/2017 19:58:44:

    É esse tirou muita vida achando que ele também não tinha... ele tava colocando medimos vagabundo do conjunto padre Donald, que pena que ele não levou os vagabundos com ele pra o inferno.

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